sábado, 2 de janeiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Este ano foi duro na vida de João. A construção de um grande prédio na cidade parecia não acabar mais. Tijolo em cima de tijolo e uma quantidade interminável de pedras davam a sensação de que a obra nunca chegaria ao fim. Porém, ao acordar e confirmar que era o último dia do mês de dezembro, o construtor respirou fundo e encheu seu peito de esperanças.
Ao chegar à construção, João estava feliz. Subiu as escadas do prédio assobiando, pegou sua pá cantando e sujou seu rosto de cimento contando anedotas. Almoçou a fria comida sentindo um sabor inigualável. Às cinco da tarde, olhou no relógio empoeirado e viu que ainda faltavam três horas para terminar o expediente. O céu foi escurecendo e as oito horas chegaram. João desceu as escadas cansado, mas ainda assim animado; abriu os braços e disse aos colegas que os esperava logo mais à noite em sua casa. Há dois meses, o homem já vinha convidando a todos a passarem a virada do ano com ele. Guardou um bom dinheiro para que fizessem uma bela ceia e pediu à mulher que preparasse um belo jantar. Chegando em casa, o pedreiro deu um grande beijo na esposa e abraçou os filhos. Tomou banho, colocou sua melhor roupa, penteou os cabelos e engraxou os sapatos. Os amigos foram chegando um a um e a casa foi se enchendo aos poucos.
Naquela noite o pedreiro bebeu, fumou, dançou, comeu e gargalhou. A meia noite estava próxima, e a euforia da chegada de um novo ano alegrava, cada vez mais, o coração do homem.
Dez
Nove
Oito
Sete
Seis
Cinco
Quatro
Três
Dois
Um
O ano novo chegou. João se despediu de todos e foi dormir, estava cansado e teria muito serviço no dia seguinte. Aquele seria um ano de muito trabalho.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
MISTO QUENTE

Bom pessoal fica aqui minha dica de cinema, longa metragem, nacional e mais que isso da nossa cidade, com nossos talentos e que TALENTOS. Chuva Sobre nós, com certeza voce vai se emocionar.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Pensei em escrever um pouco sobre o underground, afinal, este é meu chão, é daonde eu vim, rato de porão sim, senhores, com muito orgulho e devoção, embora um tanto fora de forma e com pouco excitação neste momento para protagonizar num cenário que domino. E, num exercício buscando fazer um apanhado das coisas positivas que constituem esse verdadeiro estilo de vida, vi que se fosse empilhar minhas experiências nas próximas linhas, meus escritos cairiam num saudosismo barato. Algo que aprecio, é verdade, mas às vezes evito. E é isso que no momento venho tentando, ou evitando.
Sem contar que no meio dos cifrões o romantismo sempre se perde. Ou alguém aqui acha que atualmente, depois de tomarem várias pauladas na cabeça, as gravadoras apostam em novos nomes baseando-se somente na honestidade do trabalho e na divulgação da arte? Convenhamos, é a mesma coisa que insistir em crer na virgindade de Maria...
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
DIEGO ANDRADE

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
